Nessa manhã, vi os poemas, as fotos e você de relance. Fiquei quieta, como muitas vezes faço e por um instante, lembrei das coisas boas, que agora fazem parte do nosso passado. Tomei coragem de falar, pois você merecia pelo menos isso e antes tarde do que nunca. Não foi bonito como acabou, mas aproveitei o lembrar de hoje e entrei em nosso mundo. Aquilo não é mais para mim, eu não suporto mais e dessa vez é definitivo. Dói, é verdade, mas a gente merece mais, eu mereço mais, eu quero mais. Eu quero a realidade que bate em minha porta, quero ter a certeza que meus desafetos só têm um rosto, quero a liberdade de escolher, quero a responsabilidade de ter que assumir o que faço para o resto da vida, quero ficar marcada por ser quem sou, quero desvendar os mistérios da academia e quero muitas e muitas coisas mais. Queria ter dito isso na tua cara, mas você não me leva a sério, quem sabe agora você acredita. Também não vou mais discutir em vão, ainda mais por algo que acabou há mais de ano agora e que nós insistimos em arrastar o cadáver. Desejo tudo de bom a você e talvez um dia nos encontremos novamente para tentarmos ser bons amigos.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Moda.
Bom, o tema deste texto não me sai da cabeça há um tempo, mas evitei tocar nele para não criar, talvez, uma indisposição com as pessoas a minha volta e é por isso que não cumpri os prazos que eu auto-estipulei. De qualquer forma, como o assunto não saia da minha cabeça, aqui está o texto sobre essa possível polêmica, mas adianto desde já que não tenho nada contra quem faz o que criticarei, só acho sem sentido:
Assim que a presidente Dilma Rousseff decidiu que iria concorrer para o cargo que ela ocupa agora, houve uma intensa campanha para tornar sua imagem conhecida pelo Brasil e junto com isso veio, entre outras mensagens, a de que era hora de termos uma presidente mulher. É compreensível a escolha que a equipe de marketing dela fez quando “vendeu” essa imagem, mas um dos pontos que me chamou a atenção, a parte da política, foi ela querer ser a “presidenta” do Brasil.
Com todo o respeito a quem comprou essa idéia, mas isso é inaceitável! Embora tenhamos passado por uma reforma ortográfica que entrará em vigor, de fato, em 2012, isso não dá o direito de a nossa presidente acabar com os substantivos comuns de dois gêneros! Acabar com essa classe de palavras não vai diminuir o preconceito e nem conscientizar as pessoas de que todos devem ser tratados com respeito.
Do mesmo modo, não adianta por “@” para indicar “o\a” ou “os\as” nas palavras biformes\que variam em gênero dizendo que isso é uma forma de contestar o papel secundário das mulheres na sociedade, como fazem alguns coletivos\partidos da faculdade onde estudo. Isso é tão pífio quanto o “presidenta” da Dilma!
Primeiro que @, lê-se arroba, começou como o símbolo de uma unidade de medida, a conhecida arroba, que vale 14, 69 quilogramas. Segundo, depois de cair em desuso como unidade de medida, o símbolo virou da informática e indica o servidor que hospeda os e-mails, tipo em: @hotmail.com. Terceiro, o mais recente uso do arroba (@) é indicar um usuário no twitter. Fora isso, não existe uma quarta regra que diz que arroba (@) significa “o\a” ou “os\as”! Usar o arroba (@) como letra é tão sensato quanto falar miguxes no Orkut\facebook!o adianta por "as agora passando para a minha vida coditiana, colocar "s devem ser tratados com respeito. imagem conhecida pelo
O que mais me deixa brava quanto a esse uso do “@”, é que eu conheço algumas pessoas que defendem o uso dele e elas são pessoas tão bem informadas e politizadas que me deixa pasma elas acreditarem que isso pode mudar ou conscientizar as pessoas de alguma forma. Se isso ainda fosse um ato de vanguarda para lutar por igualdade entre homens e mulheres, eu até ficava quieta, mas não é! É só modismo... Se fosse algo de vanguarda, por exemplo, essas pessoas que defendem o uso do arroba (@) como letra deveriam, por exemplo, fazer uma manifestação para que tal coisa fosse aceita ou no mínimo propagar a idéia pela internet.
Apesar da minha crítica movida por simples amor a gramática brasileira, entendo a crítica que se constrói tanto no uso de “presidenta”, quanto de arroba (@) como letra e concordo com ela, pois quero mesmo a igualdade entre os sexos e o fim da discriminação contra a mulher. Entretanto, custa muito lutar por igualdade sem matar a gramática?
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Aula com o Colangelo:
Você, bixo, fala:
(Nas 3 primeiras aulas) : Nossa! Hoje a aula do Colangelo foi tão! Eu nunca tinha pensado em do jeito que ele falou!
(Até o meio do semestre): ,
o Colangelo falou de novo sobre . Ele não vai dar o resto da matéria?
(No fim do semestre) : Falando sério, aula com o Colangelo porque ele é várzea!
(Nas 3 primeiras aulas) : Nossa! Hoje a aula do Colangelo foi tão! Eu nunca tinha pensado em do jeito que ele falou!
(Até o meio do semestre): ,
o Colangelo falou de novo sobre . Ele não vai dar o resto da matéria?
(No fim do semestre) : Falando sério, aula com o Colangelo porque ele é várzea!
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